terça-feira, 16 de julho de 2013

MALALA



               " Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo".

          Essa frase nasceu no coração de uma jovem paquistanesa de apenas 16 anos de vida, e ecoou no universo do prestigiado anfiteatro das Organizações das Nações Unidas - ONU o qual estava repleto de  líderes e jovens do mundo inteiro.

            A frase é completamente meridiana, todavia, para aquele momento ostentou uma clareza absurda e se tornou colossal, assim como todo o seu merecido discurso embotado de força, humanidade, vida, coragem claridade e verdade varonis. Pelo que fez a sua diferença, em ter unido naqueles minutos preciosos a atenção daqueles líderes quiça do mundo inteiro para o problema que as crianças paquistanesas, sobretudo as meninas vem atravessando , o terrorrismo do Talibã.

          O Talibã é um movimento fundamentalista islâmico nacionalista que se difundiu no Paquistão,  principalmente no Afeganistão, teve como um de seus líderes principais Mohamed Ommar, todavia, é oficialmente, considerado, uma organização terrorista, pela Rússia, União Européia e Estados Unidos.

         Eles se anunciam-se como portadores do ideal político e extremismo religioso em recuperar os principais  aspectos do Islã, sociais, culturais, criando asssim, um estado teocrático, seguido severamente entre os membros da etnia panchtu .

           No que pertine ao trato dos direito das mulheres, há a imposição de muitos limites para as mesmas, tais como: a proibição de uma mulher ser tratada por um médico, ou se uma mulher viúva não tivesse filho era praticamente condenada ao flagelo pessoal, chegando a passar por privações. 

         No dia 09 de outubro de 2012, quando se dirigiam para a escola Malala, e seus colegas sofreram um atentado terrorista praticado pelo Talibã,  uma selvageria adimensional, que o mundo assistiria. Um ônibus escolar que foi atacado por terroristas sem qualquer fundamento lógico e necessário, apenas para interromper o trajeto daquelas crianças.

           Malala foi alvejada com uma bala no lado esquerdo da testa sendo imediatamente hospitalazada, a sua vida fora posta em cheque. O terror se espalhou no Paquistão, muitas famílias receosas retiraram os seus filhas da escola. Para exemplo do mundo, ela conseguiu como uma fênix ressurgir das cinzas e falar para o mundo inteiro a importância que há em educar as crianças.

        O mundo inteiro não precisa apenas defender a liberdade, igualdade, seguranças formais em declarações, pactos e ou constituições formalmente, mas, sobretudo é mister assegurá-los substancialmente colocando os à disposição de toda a humanidade.



                   
                                                                                     



                                                                   Silvia Morelli.

                           

4 comentários:

Audri Costa disse...

Admirável matéria que mostra o poder da educação e o quanto incomoda quem almeja poder. Essa criança é sábia por natureza e nos mostra a determinação de uma guerreira.

silvia disse...

Querida Audri Costa...

È admirável o poder que a educação tem sim, incontestável! Além de permitir o conhecimento do mundo para que o ser humano nortei-se sabiamente, o conjuga com a serenidade, tranquilidade, calma e paciência.

Malala defendeu justamente isso, a não violência, e isso se consegue através da educação pura e simples.

Obrigada por sua participação....

Ana Cláudia Siquara disse...


Adooooro seu blog!
Sempre diversificado e recheado com profundas mensagens.

Parabéns Silvia Morelli!

silvia disse...

Querida Ana Cláudia,

Ficamos felizes quando alcançamos
esse feedback.
Agradecemos profundamente, as doces palavras proferidas em torno desse espaço virtual, ao tempo, que solicitamos a sua contínua participação.

Abraços.